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Literacia Mediática para comando da GNR em Viana do Castelo

Palestra sobre Literacia Mediática para o Comando da GNR em Viana do Castelo

O Posto Territorial de Barroselas da GNR recebeu, no dia 25 de fevereiro, a visita da Escola Lusa para uma sessão sobre literacia mediática e desinformação destinada aos agentes da autoridade daquele comando territorial.

A presença do jornalista da Lusa aconteceu no âmbito do projeto que visa chegar, no primeiro semestre de 2026, a todos os comandos da zona norte das duas forças policiais nacionais, dando-lhes a conhecer o que é o trabalho da maior agência do mundo em língua portuguesa, ao mesmo tempo que alerta para os perigos das ‘fake news’, mostrando-lhes ferramentas para combater essa ameaça constante nas redes sociais.

Na sessão, que se estendeu por mais de uma hora, participaram comandantes de posto, comandantes de destacamento, o chefe de operações e os militares responsáveis pelas relações públicas da Guarda na distrital de Viana do Castelo, num total de 12 pessoas.

A sessão iniciou-se com a revelação de um facto exposto na reunião no Comando Territorial do Porto da GNR, no final de 2025, quando foi explicado aos comandos do Porto que a Lusa funciona 24 horas por dias nos 365 dias do ano e que algo que aconteça, por exemplo, de madrugada, será imediatamente tornado em notícia assim a Guarda o entenda comunicar.

Como exemplo disso, uma notícia feita naquele dia às 07:00 a partir de um comunicado da GNR do Porto que chegou via email cerca das 06:00 e que estava a ser reproduzida em toda a comunicação social nessa mesma manhã.

Numa fase mais adiantada da sessão, ficou claro que a opinião dos militares presentes sobre a atividade jornalística baseia-se, principalmente, no que veem nas televisões, expressando alguns deles desagrado por os canais de notícias darem muito tempo de antena a supostos especialistas. Na verdade, opinião não é jornalismo. Comentários de jornalistas não representam jornalismo. 
Jornalismo, foi explicado na sessão, tem a ver com factos e fontes rigorosas. Jornalismo trata acontecimentos e só pode ser noticiado algo que aconteceu quando há fontes fidedignas que o comprovam.

Em contraponto, a divulgação das ferramentas grátis no ‘site’ da Lusa, para aprender a combater ‘fake news’ gerou curiosidade e vontade de conhecer mais.    

Aos presentes foi também frisado que a agência Lusa só faz notícias quando tem fontes seguras e identificadas.

Jorge Fonseca, jornalista da delegação do Porto da agência Lusa





Jorge Fonseca, jornalista da Redação da Lusa no Porto

 

         








Para quem queira explorar este mundo da desinformação e do 'fact checking', ficam algumas pistas.

Espreitem estes sites:


NOTA: OSINT significa Open Source Inteligence, ou seja: Ferramentas de análise de dados gratuitas.



https://www.rand.org/research/projects/truth-decay/fighting-disinformation/search.html




Este site tem uma gigante coleção de ferramentas livres, por temas, mapas, redes sociais, etc etc:


https://github.com/cipher387/osint_stuff_tool_collection


 

E vejam aqui uma das maiores plataformas europeias de 'fact checking':

https://edmo.eu/fact-checking-activities/

 

Aconselho também a que leiam a nossa página, da Lusa, sobre este tema.
Terão aqui muita informação:

www.combatefakenews.lusa.pt





Uma sugestão: experimentem alguns jogos que ensinam a lidar com a desinformação. 
no botão JOGOS




Alguma ajuda que precisem, para trabalhos nesta área, não hesitem.
Contactem-me:

João Pedro Fonseca
Escola Lusa
jfonseca@lusa.pt
escolalusa@lusa.pt