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Literacia Mediática a bater recordes em 2026



ENQUADRAMENTO.


A agência Lusa é um dos parceiros do projeto europeu Iberifier que tem como missão principal combater a desinformação, estudar o fenómeno e contribuir para a criação de sociedades críticas e vigilantes em relação aos massivos conteúdos que abundam nas redes sociais, muitos deles, infelizmente, enganadores e propagadores de falsidades.


Eis um balanço.

Balanço atividades 2026
Literacia Mediática

 

 

 

 



Sessões de Literacia em visitas à Lusa ou em Escolas, Universidades e outras entidades:

Sessão na Lusa - Escola Vergílio Ferreira em Carnide 13jan2026 (3 turmas do 7.º ano - 60 alunos e 4 professores) JPF
Sessão na Lusa - Escola Secundária Ponte de Lima na Lusa 29jan26 (15 alunos e dois professores) JPF e PNG
Sessão realizada na Escola Padre António Vieira em Alvalade 11fev26 (180 Alunos e 6 Professores) JPF
Sessão na Lusa - Turma do 12.º ano da Escola Padre António Vieira - 12fev26 (26 alunos e 2 professores) JPF e PNG
Sessão 1 na Escola Básica S. Vicente, alunos do 7.º Ano 03mar2026 (80 alunos e 3 professores) JPF
Sessão 2 na Escola Básica S. Vicente, alunos do 7.º Ano 13abr 2026 (75 alunos e 3 professores) JPF
Sessão na Lusa - Projeto Politécnico de Leiria com alunos Erasmus 24mar26 (46 alunos e 8 professores) JPF e PJA
2 Sessões na Escola Ruy Luís Gomes – Laranjeiro 05mai26 (200 + 200 alunos dos 5.º e 6.ºs anos + 6 professores) JPF
Sessão na apresentação do Jornal Escolar do Seixal 04jun26 (10 alunos + 15 professores) JPF e GC
Sessão na Lusa alunos 1.º ano de Comunicação do Politécnico de Setúbal 14abr2026 (26 alunos e 3 professores) JPF e PNG
Sessão na Lusa para Universidade Sénior de Castelo Branco 24mar2026 (29 alunos) JPF
Sessão Timor para alunos da Escola CAFE 26fev26  - Centro de Aprendizagem e Formação Escolar (50 alunos + 4 prof) MS
2 Sessões Escola Carlos Gargaté em Almada 21mai26 (58 alunos e 5 professores) JH
Debate no ISVOUGA sobre Desinformação e Jornalismo 19mai26 (30 alunos + 2 professores) AC
Sessão 1 na Lusa para 1.º ano Jornalismo ESCS parceria projeto 21mai26 FAMA-ISCTE (20 alunos + 1 professor) JPF e PNG
Sessão 2 na Lusa para 1.º ano Jornalismo ESCS parceria projeto 21mai26 FAMA-ISCTE (23 alunos – 1 professor) JPF e PNG
Sessão no ISCTE com Paulo Couraceiro para projeto FAMA  27mai26 (60 alunos e 5 professores) JPF
Sessão (20 minutos) “Como sobreviver à era dos deepfakes”, Colégio Atlântico, Arrentela 22abr2026 (300 alunos) LG
Sessão (120 minutos) para 20 ativistas da Amnistia Internacional, Oeiras 09mai26 (20 ativistas) LG
2 Sessões (50 minutos) 5 turmas Escola Sec. Prof. Santana Castilho, Miraflores - Algés 23fev26 (115 alunos + 5 profs) LG
2 sessões (90 minutos) desinformação no Colégio Atlântico, Arrentela 12jan26 (90 alunos + 4 profs) LG
Sessão na Lusa Escola de Alapraia, Cascais, 5.º e 6.º anos 25jun26 (40 alunos e dois professores) JPF
1 sessão no curso para estagiários 26fev26 (13 alunos) JPF e PJA
1 sessão online no colóquio universitário promovido pela Universidade Metodista de Angola 26jun26 (50 alunos) LG
1 sessão de 180 minutos sobre desinformação e verificação de factos em Oeiras 22jul26 (20 professores/ativistas) LG



E ainda outras Sessões enquadradas em projetos concretos:

VOXPT 2026 – Iniciativa da embaixada de Portugal em Berlim, para turmas do 10.º e 11.º anos, de jovens lusófonos bilingues, através de Teams.  Realizaram-se:

- 4 Sessões (Por Teams): 23 e 27 de abril; 04 e 07 de maio
(100 alunos de 5 turmas dos 10.º e 11.º anos + 3 professores)
Formadores: João Pedro Fonseca e Paulo Nogueira

LITERACIA Para Colónia de Férias do Seixal 2026 - Em resposta ao desafio lançado pela Câmara Municipal do Seixal, promovido em articulação com a responsável Ana Cecília Fernandes, dando continuidade ao projeto que foi desenvolvido com as escolas, iniciativa de literacia mediática dirigida a alunos das escolas do concelho.

O percurso iniciou-se com uma visita de estudo à redação da Agência Lusa, onde os estudantes e os seus professores contactaram diretamente com a exigência e o quotidiano do jornalismo de agência. Através da desconstrução do papel da Lusa enquanto serviço público. A continuação desta parceria focou-se agora no desenvolvimento de competências críticas para os mais pequeninos (dos 6 aos 14 anos) através de sessões mais leves e animadas, com atividades práticas de identificação de notícias falsas. Realizaram-se:
- 5 sessões com pequenos grupos. De 24 de junho a 29 de julho 2026
(80 alunos +  10 monitores)
Formador: João Pedro Fonseca

Projeto Alunos para Alunos (P2P). A ideia é muito simples e amplamente usada nas escolas para diferentes matérias curriculares. Estimula-se os alunos mais velhos a prepararem sessões/aulas em que vão ser eles os ‘professores’ dos alunos mais novos. 

O exercício é excelente, coloca os mais velhos a ter de pensar e refletir sobre o tema da desinformação, obriga-os a, eles próprios, identificarem quais são os aspetos verificáveis, e como verificar. E, por outro lado, é muito mais eficaz colocar jovens, uns anos mais velhos, a comunicar com outros jovens. Têm a mesma linguagem, os mesmos códigos, há uma conexão mais fácil entre uns e outros. Logo, a comunicação torna-se mais eficaz. A professora Sandra Martins, da Escola Padre António Vieira, em Alvalade, Lisboa, viu a apresentação de Literacia Mediática do jornalista da Lusa, João Pedro Fonseca, para turmas dos 8.ºs anos, no dia 11 de fevereiro de 2026, e sondou se seria possível apoiar os alunos do 12.º ano a criarem eles próprios sessões para turmas do 8.º ano?

Claro que sim, a agência Lusa faz Serviço Público e assume um compromisso de combate à desinformação. Projetos destes fazem parte das responsabilidades de qualquer organização que faça serviço público. E não há tema mais premente para os jovens que a Literacia Mediática, dada a proliferação de desinformação nas redes sociais e tantos perigos para os jovens. Principalmente nas idades em que ainda não têm consciência dos riscos que o uso das redes sociais coloca.
O projeto foi simples de organizar. O jornalista da agência reuniu com os alunos da turma do 12.º ano, sempre sob a tutela da professora Sandra Martins,  fez algumas sugestões de como poderiam organizar uma sessão, dando algumas pistas e ideias que pudessem chamar a atenção de jovens com idades entre os 13 e os 14 anos. Reforçou os valores do Jornalismo e os indicadores principais que nos permitem identificar se um conteúdo alegadamente noticioso é mesmo credível ou não.

Respondendo a questões dos alunos, ficou lançado o desafio: “Agora são vocês que têm de decidir o que querem fazer, que conteúdos vão apresentar, que questões vão lançar para a turma, de que forma pretendem chamar a atenção para o tema da desinformação dando ferramentas para que eles se sintam mais confiantes a verificar informação”.

Foram criados três grupos de trabalho e apresentadas três propostas, com calendários de sessões distribuídos por toda a semana de 27 a 30 de abril.
A Lusa fez questão de estar presente também nessa fase de apresentação (em dois dos três grupos), tendo o jornalista servido como apoio aos ‘jovens peritos’ em desinformação na apresentação da sessão.
O resultado ultrapassou as expectativas. É, claramente, uma ideia a repetir.
Principais virtualidades:
A comunicação de aluno para aluno é muito eficaz.
O efeito multiplicador é enorme. Uma hora de estímulo com ideias para uma turma do 12.º ano, gerou 3 equipas de formadores, que fizeram 7 sessões para turmas do 8.º ano.
(195 alunos + 10 professores)
Formador: João Pedro Fonseca

Projeto Sessões de Literacia para oficiais das forças de segurança (PSP e GNR).

As oito sessões para oficiais da GNR e da PSP sobre Jornalismo e Literacia Mediática tiveram objetivos muito claros: Aproximar os oficiais das forças de segurança dos jornalistas da agência Lusa que fazem a cobertura noticiosa das suas áreas de intervenção. Dar-lhes a conhecer o que é a Lusa, que jornalismo faz, e qual o seu impacto na comunicação social em Portugal e no mundo. Mas, também, dar a conhecer as regras do jornalismo. Foco no rigor, nos factos e nas fontes rigorosas. As características do Serviço Público.
O tema do jornalismo acaba por ser enquadrado no panorama atual da desinformação, o ecossistema das redes sociais e o algoritmo, que condiciona os conteúdos que cada cidadão recebe. O uso das redes sociais pelos populistas, que tiram proveito de falsidades e informação manipulada, e o seu impacto nas democracias é, também, um tema abordado. Todas as sessões têm espaço para questões, para debate sobre estes temas. Em todos os casos o debate foi muito rico e foi fundamental perceber que muitas vezes os jornalistas não percebem porque não conseguem obter informação das polícias, e os polícias não percebem o que os jornalistas querem saber. Esta discussão aberta e transparente sobre as necessidades de jornalistas e polícias é muito valiosa e gera melhorias na comunicação futura. A ideia partiu do Jorge Fonseca, que levou por diante sessões em toda a região Norte.
Agora, lançámos o desafio aos delegados das restantes regiões do País. Uma ideia que resultou e é para continuar.
Sessões realizadas: 8
Oficiais participantes: 30 + 55 + 50 + 40 + 16 + 54 + 13 + 70 = Total  328
Formadores (jornalistas): Jorge Fonseca; João Pedro Fonseca; Paula Lima, Andrea Cruz, José Neves; Miguel Souto; Helena Fidalgo e Ângela Pais.


Projeto Changing Tide em parceria com a Universidade NOVA/IPRI.


A Lusa foi convidada a participar neste projeto europeu cujo foco é envolver jovens como embaixadores da Literacia Mediática. Promoveu duas sessões, uma de Literacia Mediática (João Pedro Fonseca) e outra de Verificação de Factos (Luís Galrão) no dia 23 de junho de 2026, na Universidade Nova, para 46 estudantes candidatos a finalistas no projeto.
O Changing TIDE é um projeto transnacional (que envolve parceiros na Áustria, Bélgica, Croácia, Estónia, Irlanda e Portugal) financiado pelo programa europeu CERV , concebido para reforçar a resiliência democrática das sociedades europeias contra a desinformação, a manipulação de informação e a interferência política.
Com foco central em jovens entre os 18 e os 30 anos, envolve igualmente profissionais da sociedade civil e decisores políticos a vários níveis, sendo coordenado pela TEPSA em consórcio com universidades e ‘think tanks’ de referência. A sua abordagem assenta na literacia mediática como uma prática cívica e ativa, capacitando os cidadãos para aceder, analisar, avaliar, criar e agir criticamente perante os conteúdos digitais.

A implementação do projeto estrutura-se de forma articulada ao longo de quatro fases:

1. Conceção e Mobilização: fase inicial de planeamento inclusivo, definição de metodologias e envolvimento das redes locais de parceiros; (Executado)

2. Incubação e Capacitação: realização das ‘Media Literacy Incubators’ em cinco Estados-Membros, onde os participantes recebem formação intensiva em avaliação crítica, técnicas de ‘pre-bunking’ e ‘debunking’, riscos do uso indevido de IA e conceção de campanhas, culminando na seleção de 24 jovens, os Changemakers; (Parte da formação concluída, escolha dos estudantes feita – A nossa Isabel Lima, que estagiou com o Luís Galrão, foi escolhida!)

3. Envolvimento Local e Intercâmbio Transnacional: momento em que os Changemakers desenham e testam campanhas nas suas comunidades (através de assembleias e encontros locais) e participam no Fórum de Changemakers em Bruxelas para partilha transfronteiriça de experiências;

4. Consolidação e Impacto Político: fase final dedicada à apresentação dos resultados e recomendações a decisores políticos europeus, atribuição do Prémio Changemakers e disseminação global dos recursos.

Fundamentado em referenciais internacionais reconhecidos (como a NAMLE, o DigComp da UE e o currículo da UNESCO) e pautado por princípios rigorosos de Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão (JEDI) e "não causar dano" (*do no harm*) , o projeto promove um diálogo estritamente horizontal entre jovens, especialistas e decisores. Como principais resultados duradouros, o Changing TIDE disponibilizará um Media Literacy Toolkit prático e traduzido para apoio a educadores em toda a Europa , garantindo a transformação dos jovens participantes em multiplicadores autónomos e contínuos de literacia e resiliência democrática nas suas comunidades.
Para a Lusa, este projeto representará não só nova experiência na construção de mecanismos de promoção de Literacia Mediática mas mais materiais enriquecedores das sessões de Literacia a realizar nos próximos anos.
- 2 sessões (90 min.) Uma sessão de Literacia (JPF) e uma de Verificação de Factos (LG)
 23jun26 (46+46 alunos)

Formadores João Pedro Fonseca e Luís Galrão



 



 

 


Os Números
da Literacia Mediática


Total de pessoas envolvidas nas 57 sessões realizadas:

 2735 pessoas

Das quais, 1874 alunos do secundário;

 360 Alunos universitários;

104 Professores;

29 Seniores;

328 Agentes de segurança;

40 ativistas

 

Imagem gerada pelo Gemini


 

Algumas imagens representativas das iniciativas realizadas:

Escola Vergílio Ferreira (13jan26)
(60 alunos e 4 professores)

Uma imagem com vestuário, pessoa, sapatos, mulher

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Escola de Alapraia, Cascais, 5.º e 6.º anos (25jun26):
(40 alunos e dois professores)


Escola Secundária de Ponte de Lima (29jan26):
(15 alunos e dois professores) Formadores: Paulo Nogueira e João Pedro Fonseca

Uma imagem com interior, vestuário, parede, mobília

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A professora Lucinda Lacerda, da Escola Secundária de Ponte de Lima, faz questão de trazer os seus alunos todos os anos à redação da agência Lusa. É sempre um prazer dar a conhecer aos jovens os valores da agência. Desta vez até tivemos direito a uma ‘prenda’ com os contributos das mensagens que mais prevaleceram:

Algumas ideias que permaneceram nos miúdos entre a visita e a aula da semana posterior.


Na Escola Padre António Vieira – a 11fev26
(180 Alunos e 6 Professores) Formador: João Pedro Fonseca



Escola Padre António Vieira na Lusa (12fev26)
(26 alunos e 2 professores) Formadores: Paulo Nogueira e João Pedro Fonseca


Uma imagem com vestuário, pessoa, interior, Cara humana

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Na Escola S. Vicente 1.ª sessão 03mar26
(80 alunos + 3 professores) Formador: João Pedro Fonseca




Na Escola S. Vicente 2.ª sessão 13abr26
(75 alunos + 3 professores) Formador: João Pedro Fonseca

Uma imagem com vestuário, interior, pessoa, cadeira

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Foi a pedido dos professores da Escola São Vicente, em Lisboa, que realizámos duas sessões de Literacia Mediática. Não estava previsto com o professor Rui Barroso, mas atingimos o final do tempo, e ficou uma sensação estranha, do género “agora que isto estava a ficar mais interessante…”, quando começámos a ver exemplos concretos de desinformação. Ora, foi automático o pedido: “Podíamos fazer uma segunda sessão?”. Claro que sim!  



Escola Ruy Luís Gomes – Laranjeiro 05mai26
(200 + 200 alunos dos 5.º e 6.ºs anos + 6 professores) Formador: João Pedro Fonseca



Foi a professora Susana Areias que contactou os jornalistas da agência Lusa, pensando que poderia ser interessante realizar sessões de Literacia Mediática para os alunos dos 5.º e 6.º anos.
A agência Lusa, que participa em vários projetos que visam combater a desinformação e contribuir para a literacia mediática dos nossos jovens e crianças, aceita estes desafios.
Os alunos dos 5.º e 6.ºs anos não são exatamente o público-alvo a que os jornalistas da Lusa estão mais experimentados. A maior parte das sessões que a Lusa realiza são para estudantes universitários de Jornalismo.
Mas, tem vindo a alargar o perfil de cidadãos que beneficiam com estas sessões. 
A sessão realizou-se no dia 05 de maio de 2026, no auditório da Escola Professor Ruy Luís Gomes, no Laranjeiro.
Com uma capacidade para 250 alunos, o auditório esteve praticamente cheio em ambas as sessões: uma às 11:00 e outra às 14:30.
Não é fácil manter uma sala com sete turmas de alunos dos 5.º e 6.ºs anos em silêncio, mas os professores fizeram um trabalho de acompanhamento impecável.
As perguntas dos miúdos foram acutilantes. Nunca ficavam satisfeitos com uma única resposta. Havia sempre mais uma e outra pergunta.
Sessões dinâmicas, com muita participação dos miúdos, são as mais ricas.

Fazer sessões para estas idades obriga a cuidados especiais. É preciso considerar que estar a falar para uma plateia de 200 alunos mais que dois minutos seguidos pode ser um desastre. A capacidade de foco dos miúdos desaparece.
Era fundamental colocá-los à vontade, descontraídos, mas ao mesmo tempo motivados e focados. Nestas idades, é muito fácil distraírem-se e começarem a falar em pequenos grupos.

Foram levantadas muitas questões relacionadas com o jornalismo mas, curiosamente (ou não) nem sequer um aluno levantou o braço quando foi feita a questão para a plateia se alguém pensava vir a ser jornalista quando adulto... 
Cerca de 200 alunos de manhã e outros 200 na parte da tarde.
Como diziam os professores: "não é fácil mantê-los atentos, mas muitos estiveram a prestar atenção, alguma coisa vai ficar, são sementinhas que os deixam a pensar".
Há muito para fazer neste campo, os jovens precisam de ajuda para serem críticos deste mundo das redes sociais tão cheio de mentiras e narrativas enganadoras.