Sessões de Literacia em visitas à Lusa ou em Escolas, Universidades
e outras entidades:
Sessão na Lusa - Escola Vergílio Ferreira em Carnide 13jan2026 (3 turmas do 7.º
ano - 60 alunos e 4 professores) JPF
Sessão na Lusa - Escola Secundária Ponte de Lima na Lusa 29jan26 (15 alunos e
dois professores) JPF e PNG
Sessão realizada na Escola Padre António Vieira em Alvalade 11fev26 (180 Alunos
e 6 Professores) JPF
Sessão na Lusa - Turma do 12.º ano da Escola Padre António Vieira - 12fev26 (26
alunos e 2 professores) JPF e PNG
Sessão 1 na Escola Básica S. Vicente, alunos do 7.º Ano 03mar2026 (80 alunos e
3 professores) JPF
Sessão 2 na Escola Básica S. Vicente, alunos do 7.º Ano 13abr 2026 (75 alunos e
3 professores) JPF
Sessão na Lusa - Projeto Politécnico de Leiria com alunos Erasmus 24mar26 (46
alunos e 8 professores) JPF e PJA
2 Sessões na Escola Ruy Luís Gomes – Laranjeiro 05mai26 (200 + 200 alunos dos
5.º e 6.ºs anos + 6 professores) JPF
Sessão na apresentação do Jornal Escolar do Seixal 04jun26 (10 alunos + 15
professores) JPF e GC
Sessão na Lusa alunos 1.º ano de Comunicação do Politécnico de Setúbal
14abr2026 (26 alunos e 3 professores) JPF e PNG
Sessão na Lusa para Universidade Sénior de Castelo Branco 24mar2026 (29
alunos) JPF
Sessão Timor para alunos da Escola CAFE 26fev26 - Centro de Aprendizagem e Formação Escolar (50
alunos + 4 prof) MS
2 Sessões Escola Carlos Gargaté em Almada 21mai26 (58 alunos e 5
professores) JH
Debate no ISVOUGA sobre Desinformação e Jornalismo 19mai26 (30 alunos +
2 professores) AC
Sessão 1 na Lusa para 1.º ano Jornalismo ESCS parceria projeto
21mai26 FAMA-ISCTE (20 alunos + 1 professor) JPF e PNG
Sessão 2 na Lusa para 1.º ano Jornalismo ESCS parceria projeto 21mai26
FAMA-ISCTE (23 alunos – 1 professor) JPF e PNG
Sessão no ISCTE com Paulo Couraceiro para projeto FAMA 27mai26 (60 alunos e 5 professores) JPF
Sessão (20 minutos) “Como sobreviver à
era dos deepfakes”, Colégio Atlântico, Arrentela 22abr2026 (300 alunos) LG
Sessão (120 minutos) para 20 ativistas da Amnistia Internacional, Oeiras
09mai26 (20 ativistas) LG
2 Sessões (50 minutos) 5 turmas Escola Sec. Prof. Santana Castilho, Miraflores
- Algés 23fev26 (115 alunos + 5 profs) LG
2 sessões (90 minutos) desinformação no Colégio Atlântico, Arrentela 12jan26
(90 alunos + 4 profs) LG
Sessão na Lusa Escola de Alapraia, Cascais, 5.º e 6.º anos 25jun26 (40
alunos e dois professores) JPF
1 sessão no curso para estagiários 26fev26 (13 alunos) JPF e PJA
1
sessão online no colóquio universitário promovido pela Universidade Metodista
de Angola 26jun26 (50 alunos) LG
1 sessão de
180 minutos sobre desinformação e verificação de factos em
Oeiras 22jul26 (20 professores/ativistas) LG
E
ainda outras Sessões enquadradas em projetos concretos:
As
oito sessões para oficiais da GNR e da PSP sobre Jornalismo e Literacia
Mediática tiveram objetivos muito claros: Aproximar os oficiais das forças de
segurança dos jornalistas da agência Lusa que fazem a cobertura noticiosa das
suas áreas de intervenção. Dar-lhes a conhecer o que é a Lusa, que jornalismo
faz, e qual o seu impacto na comunicação social em Portugal e no mundo. Mas,
também, dar a conhecer as regras do jornalismo. Foco no rigor, nos factos e nas
fontes rigorosas. As características do Serviço Público.
O tema do jornalismo acaba por ser enquadrado no panorama atual da
desinformação, o ecossistema das redes sociais e o algoritmo, que condiciona os
conteúdos que cada cidadão recebe. O uso das redes sociais pelos populistas,
que tiram proveito de falsidades e informação manipulada, e o seu impacto nas
democracias é, também, um tema abordado. Todas as sessões têm espaço para
questões, para debate sobre estes temas. Em todos os casos o debate foi muito
rico e foi fundamental perceber que muitas vezes os jornalistas não percebem
porque não conseguem obter informação das polícias, e os polícias não percebem
o que os jornalistas querem saber. Esta discussão aberta e transparente sobre
as necessidades de jornalistas e polícias é muito valiosa e gera melhorias na comunicação
futura. A ideia partiu do Jorge Fonseca, que levou por diante sessões em toda a
região Norte.
Agora, lançámos o desafio aos delegados das restantes regiões do País. Uma
ideia que resultou e é para continuar.
Sessões realizadas: 8
Oficiais participantes: 30 + 55 + 50 + 40 + 16 + 54 + 13 + 70 = Total 328
Formadores (jornalistas): Jorge Fonseca; João Pedro Fonseca; Paula Lima,
Andrea Cruz, José Neves; Miguel Souto; Helena Fidalgo e Ângela Pais.
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A
Lusa foi convidada a participar neste projeto europeu cujo foco é envolver
jovens como embaixadores da Literacia Mediática. Promoveu duas sessões, uma de
Literacia Mediática (João Pedro Fonseca) e outra de Verificação de Factos (Luís
Galrão) no dia 23 de junho de 2026, na Universidade Nova, para 46 estudantes
candidatos a finalistas no projeto.
O Changing TIDE é um projeto transnacional (que
envolve parceiros na Áustria, Bélgica, Croácia, Estónia, Irlanda e Portugal)
financiado pelo programa europeu CERV , concebido para reforçar a resiliência
democrática das sociedades europeias contra a desinformação, a manipulação de
informação e a interferência política.
Com foco central em jovens entre os 18 e os 30 anos, envolve igualmente
profissionais da sociedade civil e decisores políticos a vários níveis, sendo
coordenado pela TEPSA em consórcio com universidades e ‘think tanks’ de
referência. A sua abordagem assenta na literacia mediática como uma prática
cívica e ativa, capacitando os cidadãos para aceder, analisar, avaliar, criar e
agir criticamente perante os conteúdos digitais.
A implementação do projeto
estrutura-se de forma articulada ao longo de quatro fases:
1. Conceção e Mobilização: fase inicial de planeamento inclusivo,
definição de metodologias e envolvimento das redes locais de parceiros; (Executado)
2. Incubação e Capacitação: realização das ‘Media Literacy Incubators’ em cinco Estados-Membros, onde os participantes recebem formação intensiva em avaliação crítica, técnicas de ‘pre-bunking’ e ‘debunking’, riscos do uso indevido de IA e conceção de campanhas, culminando na seleção de 24 jovens, os Changemakers; (Parte da formação concluída, escolha dos estudantes feita – A nossa Isabel Lima, que estagiou com o Luís Galrão, foi escolhida!)
3. Envolvimento Local e Intercâmbio Transnacional: momento em que os Changemakers desenham e testam campanhas nas suas comunidades (através de assembleias e encontros locais) e participam no Fórum de Changemakers em Bruxelas para partilha transfronteiriça de experiências;
4. Consolidação e Impacto Político: fase final dedicada à apresentação dos resultados e recomendações a decisores políticos europeus, atribuição do Prémio Changemakers e disseminação global dos recursos.
Fundamentado em referenciais internacionais reconhecidos (como a NAMLE, o DigComp da UE e o currículo da UNESCO) e pautado por princípios rigorosos de Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão (JEDI) e "não causar dano" (*do no harm*) , o projeto promove um diálogo estritamente horizontal entre jovens, especialistas e decisores. Como principais resultados duradouros, o Changing TIDE disponibilizará um Media Literacy Toolkit prático e traduzido para apoio a educadores em toda a Europa , garantindo a transformação dos jovens participantes em multiplicadores autónomos e contínuos de literacia e resiliência democrática nas suas comunidades.
Total
de pessoas envolvidas nas 57 sessões
realizadas:
2735 pessoas
Das quais, 1874 alunos do secundário;
360 Alunos universitários;
104 Professores;
29 Seniores;
328 Agentes de segurança;
40 ativistas
Imagem gerada pelo Gemini
Escola Vergílio Ferreira (13jan26)
(60
alunos e 4 professores)
Escola
de Alapraia, Cascais, 5.º e 6.º anos (25jun26):
(40
alunos e dois professores)
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Escola Secundária de Ponte de Lima (29jan26):
(15
alunos e dois professores) Formadores: Paulo
Nogueira e João Pedro Fonseca
A professora Lucinda Lacerda, da Escola Secundária
de Ponte de Lima, faz questão de trazer os seus alunos todos os anos à redação
da agência Lusa. É sempre um prazer dar a conhecer aos jovens os valores da
agência. Desta vez até tivemos direito a uma ‘prenda’ com os contributos das
mensagens que mais prevaleceram:
Algumas ideias que permaneceram nos miúdos entre a visita e a aula da semana posterior.
Na Escola
Padre António Vieira – a 11fev26
(180
Alunos e 6 Professores) Formador: João Pedro Fonseca

Foi
a pedido dos professores da Escola São Vicente, em Lisboa, que realizámos duas
sessões de Literacia Mediática. Não estava previsto com o professor Rui Barroso,
mas atingimos o final do tempo, e ficou uma sensação estranha, do género “agora
que isto estava a ficar mais interessante…”, quando começámos a ver exemplos
concretos de desinformação. Ora, foi automático o pedido: “Podíamos fazer uma
segunda sessão?”. Claro que sim!

Foi
a professora Susana Areias que contactou os jornalistas da agência Lusa,
pensando que poderia ser interessante realizar sessões de Literacia Mediática
para os alunos dos 5.º e 6.º anos.
A agência Lusa, que participa em vários projetos que visam combater a
desinformação e contribuir para a literacia mediática dos nossos jovens e
crianças, aceita estes desafios.
Os alunos dos 5.º e 6.ºs anos não são exatamente o público-alvo a que os
jornalistas da Lusa estão mais experimentados. A maior parte das sessões
que a Lusa realiza são para estudantes universitários de Jornalismo.
Mas, tem vindo a alargar o perfil de cidadãos que beneficiam com estas
sessões.
A sessão realizou-se no dia 05 de maio de 2026, no auditório da Escola
Professor Ruy Luís Gomes, no Laranjeiro.
Com uma capacidade para 250 alunos, o auditório esteve praticamente cheio em
ambas as sessões: uma às 11:00 e outra às 14:30.
Não é fácil manter uma sala com sete turmas de alunos dos 5.º e 6.ºs anos em
silêncio, mas os professores fizeram um trabalho de acompanhamento impecável.
As perguntas dos miúdos foram acutilantes. Nunca ficavam satisfeitos com uma
única resposta. Havia sempre mais uma e outra pergunta.
Sessões dinâmicas, com muita participação dos miúdos, são as mais ricas.
Fazer sessões para estas idades obriga a cuidados especiais. É preciso
considerar que estar a falar para uma plateia de 200 alunos mais que dois
minutos seguidos pode ser um desastre. A capacidade de foco dos miúdos
desaparece.
Era fundamental colocá-los à vontade, descontraídos, mas ao mesmo tempo
motivados e focados. Nestas idades, é muito fácil distraírem-se e começarem a
falar em pequenos grupos.
Foram levantadas muitas questões relacionadas com o jornalismo mas,
curiosamente (ou não) nem sequer um aluno levantou o braço quando foi feita a
questão para a plateia se alguém pensava vir a ser jornalista quando
adulto...
Cerca de 200 alunos de manhã e outros 200 na parte da tarde.
Como diziam os professores: "não é fácil mantê-los atentos, mas muitos
estiveram a prestar atenção, alguma coisa vai ficar, são sementinhas que os
deixam a pensar".
Há muito para fazer neste campo, os jovens precisam de ajuda para serem
críticos deste mundo das redes sociais tão cheio de mentiras e narrativas
enganadoras.